quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Uma garota chamada Liesel

   A poesia a seguir é sobre o livro "A garota que roubava livros". Tenho que confessar que não sou muito boa com poesias. Só fiz essa aqui por causa de um trabalho de escola e resolvi postar ela pra variar um pouco.


Uma Garota chamada Liesel

Liesel não sabia ler
Quando seu primeiro livro ela roubou.
Mesmo sem saber ler
O livro ela guardou.

Era mais um lembrança
De seu irmão querido
Que, apesar de ser só uma criança,
Naquele dia havia falecido.

Sua mãe a abandonou.
Ela foi morar com pais de criação.
Muito triste ela ficou,
Por isso demorou a entrar em ação.

Quando seu segundo livro ela roubou
Já sabia ler.
De uma fogueira ela o salvou
Um gesto muito perigoso de se fazer.

A Segunda Guerra Mundial começou.
A mulher do prefeito, sua amiga, a decepcionou.
Ela tinha uma biblioteca e de lá muitos livros Liesel roubou.

Liesel tinha grandes amigos:
Ruy, seu melhor amigo e quase namorado;
Rosa e Hans, seus pais queridos;
E Max, um judeu que em seu porão morava refugiado.

Começaram os bombardeios
Em sua pequena cidade
Quando as sirenes tocavam,
Todos iam para abrigos, fugir da realidade.

Seu pai teve que ir para guerra.
Mas logo voltou
Pois a perna ele quebrou.

Max teve que do governo fugir.
Liesel ficou triste.
Mas o pior ainda estava por vir.

Com a mulher do prefeito
Ela se entendeu.
Ganhou de presente 
Um livro todo seu.

Toda noite no porão ela ia.
Pois era lá
Que, aos poucos, sua história 
Ela escrevia   
Infelizmente, um dia
As sirenes chegaram tarde demais.
A rua toda da Liesel dormia.
E só uma menina fico pra trás.

No porão
Escrevendo solitária
Ela teve a proteção 
Que precisava

Seus pais, amigos e colegas.
Todos que ela amava
Deixaram sozinha ela.

Com a mulher do prefeito ela foi morar.
A guerra acabou.
E o pai de seu amigo voltou.
Tornaram-se amigos e,
Quando ela menos esperava
Max retornou.

Ciba

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